top of page
top-logo-branco.png

LGPD no atendimento ao cliente

  • Foto do escritor: Luane Martins Couto
    Luane Martins Couto
  • há 3 dias
  • 1 min de leitura

A Lei Geral de Proteção de Dados trouxe exigências claras sobre como dados pessoais devem ser tratados durante o atendimento ao cliente, desde a forma como a coleta de informações é solicitada até o cuidado no manuseio de dados sensíveis mencionados durante a ligação. O desafio é que grande parte dessas exigências acontece dentro da conversa, um espaço que a maioria das empresas ainda não consegue monitorar de forma sistemática.


Sem visibilidade sobre o conteúdo dos atendimentos, é difícil saber se os agentes estão seguindo corretamente os protocolos de proteção de dados: se estão pedindo apenas as informações necessárias, se estão explicando adequadamente o uso dos dados coletados, se evitam registrar ou repetir desnecessariamente informações sensíveis do cliente. Uma falha nesse processo pode representar risco de não conformidade, mesmo sem intenção.


Uma ferramenta de Speech Analytics como o bTalk permite monitorar esse aspecto da LGPD em escala, analisando automaticamente as conversas em busca de menções a dados sensíveis, verificando aderência aos protocolos de coleta e sinalizando situações que fujam do padrão esperado, tudo isso sem necessidade de revisão manual de cada ligação.


Com esse monitoramento contínuo, a empresa ganha uma camada adicional de segurança em relação à conformidade com a LGPD no atendimento, identificando rapidamente pontos de ajuste antes que se tornem um problema maior, seja em treinamento da equipe, seja em revisão de processo.


Adequação à LGPD no atendimento ao cliente não é um projeto pontual, é um processo contínuo e esse processo só é sustentável quando a empresa tem tecnologia capaz de acompanhar o volume total de conversas, não apenas uma fração delas.


 
 
 

Comentários


bottom of page