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Como medir qualidade de atendimento?

  • Foto do escritor: Luane Martins Couto
    Luane Martins Couto
  • 11 de ago.
  • 1 min de leitura

Medir qualidade de atendimento é um desafio recorrente para gestores de call center e SAC. A abordagem tradicional depende de avaliações manuais feitas por uma equipe de qualidade, que escuta uma amostra pequena das ligações, geralmente entre 1% e 5% do volume total e aplica um checklist para pontuar o atendimento.


O problema dessa abordagem é a amostragem: com uma fração tão pequena das conversas avaliadas, é impossível saber se o resultado representa a realidade da operação ou apenas os casos escolhidos. Um atendente pode ter uma ligação excelente avaliada, mas cem outras problemáticas que nunca chegam ao radar da qualidade.


A alternativa está em avaliar 100% das interações, e não uma amostra, algo que se torna viável com uma ferramenta de speech analytics como o bTalk. A plataforma transcreve e analisa automaticamente cada conversa, aplicando critérios de qualidade de forma consistente em todo o volume de atendimentos, sem depender da escolha manual de quais ligações ouvir.


Isso muda completamente a forma como a qualidade é medida: em vez de uma fotografia parcial e subjetiva, a gestão passa a ter uma visão completa e objetiva de como cada atendente, time ou processo está performando. Padrões que antes só apareciam depois de muitas reclamações passam a ser identificados desde a primeira ocorrência.


Medir qualidade de atendimento de forma confiável exige escala e só é possível quando a análise das conversas deixa de ser manual e passa a ser automatizada.


 
 
 

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