Como reduzir o TMA sem sacrificar a qualidade do atendimento?
- Luane Martins Couto
- 1 de jul.
- 1 min de leitura
Quando o TMA sobe, a resposta mais comum é pedir para os atendentes falarem mais rápido. Essa abordagem raramente resolve o problema, porque o tempo de atendimento costuma ser inflado por causas que não têm relação com a velocidade de fala: silêncios longos enquanto o atendente busca uma informação, transferências desnecessárias e clientes repetindo dados que já haviam informado.
Reduzir TMA de forma sustentável exige entender onde o tempo está sendo gasto. Um roteiro de atendimento mal estruturado, uma base de conhecimento difícil de consultar ou um sistema que obriga o atendente a alternar entre várias telas geram atrasos que se acumulam call após call, mesmo com uma equipe bem treinada.
Monitorias por amostragem ajudam, mas cobrem uma fração pequena das interações e dificilmente capturam padrões recorrentes de forma consistente. Analisar 100% das ligações, identificando automaticamente onde ocorrem os maiores silêncios e quais etapas do atendimento consomem mais tempo, muda a forma de enxergar o problema.
É esse tipo de leitura que soluções de Speech Analytics como o bTalk possibilitam: cruzar duração, silêncio e conteúdo da conversa para apontar com precisão os pontos de perda de tempo, permitindo ajustes no processo em vez de pressão sobre o atendente.




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