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Eficiência operacional no atendimento: como sair do achismo na gestão?

  • Foto do escritor: Luane Martins Couto
    Luane Martins Couto
  • 6 de jul.
  • 1 min de leitura

Grande parte das decisões em operações de atendimento ainda é tomada com base em percepção, como a sensação de que a fila está grande, de que os clientes estão mais impacientes ou de que um atendente específico parece mais lento. Sem dados que sustentem essas impressões, fica difícil priorizar corretamente onde investir esforço.


Eficiência operacional exige indicadores que conectem o que acontece na conversa ao resultado do negócio: taxa de resolução, motivos de contato mais recorrentes, aderência ao roteiro, tempo perdido em etapas específicas. Sem esses dados, ajustes de processo tendem a ser genéricos e pouco efetivos.


A amostragem manual, ainda comum em muitas operações, cobre uma parcela pequena das interações e depende da disponibilidade da equipe de qualidade, o que limita a velocidade de resposta a problemas que estão acontecendo agora.


Analisar 100% das chamadas de forma automatizada com a bTalk, muda esse cenário: decisões de gestão passam a se apoiar em dados de toda a operação, e não em uma amostra que pode não representar o que realmente ocorre no dia a dia.


 
 
 

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